Atuação jurídica estratégica em cenários de alta complexidade, risco sistêmico e exposição institucional
A área de Gestão de Crises é dedicada à condução coordenada de situações sensíveis que exigem não apenas técnica jurídica, mas também estratégia, narrativa e inteligência institucional. Atuamos em momentos nos quais decisões precisam ser tomadas de forma rápida, coerente e com plena consciência de seus impactos regulatórios, judiciais, reputacionais e políticos.
Nosso papel é organizar a crise, estruturar a estratégia e entregar direção. Trabalhamos de forma integrada com reguladores, autoridades, órgãos públicos, associações setoriais, imprensa e stakeholders relevantes, assegurando consistência, previsibilidade e proteção de valor.
Como estruturamos e conduzimos crises de forma completa e sistêmica
Nossa experiência demonstra que crises jurídicas relevantes possuem três camadas: regulatória, judicial e institucional. A atuação do escritório integra essas dimensões de forma simultânea, criando um eixo narrativo único que orienta a tomada de decisões e minimiza riscos.
1. Crises com impacto regulatório e de mercado
Atuamos em casos de grande repercussão relacionados a investigações, processos administrativos, e debates com membros dos 3 poderes.
Essas situações exigem coordenação de informações, alinhamento de discursos e timing preciso — elementos essenciais para evitar ruídos e proteger a integridade do mercado.
io, há referência a condução de uma crise envolvendo fiscalização regulatória, interlocução com CVM, associações de classe e autoridades policiais, além de organização da estratégia jurídica em diferentes frentes.
2. Crises legislativas e institucionais
Atuamos também em contextos nos quais o risco decorre de alterações legislativas ou regulatórias capazes de afetar diretamente setores econômicos ou modelos de negócio.
Conforme destacado em sua apresentação, o escritório tem experiência em coordenar estratégias junto a órgãos do governo, secretarias e legislativos, incluindo elaboração de argumentos técnicos, articulação institucional e construção de mensagens orientadas a impacto sistêmico.
3. Crises societárias e disputas entre stakeholders
Em momentos de desalinhamento entre investidores, administradores e gestores, conduzimos negociações sensíveis com foco na continuidade operacional, preservação de governança e mitigação de conflitos.
O material do escritório menciona atuação em mudanças de administração de fundos e estratégias de negociação em cenários de alta tensão entre os agentes.
4. Crises judiciais e contenciosas
Quando a crise evolui para litígios relevantes, atuamos com contencioso estratégico articulado, decisões liminares estruturais, administração de risco reputacional e proteção de administradores e investidores.
O escritório possui experiência em conduzir simultaneamente diversas frentes — judicial, administrativa e arbitral — preservando coerência narrativa e mitigando possibilidades de responsabilização.
Método próprio: estratégia, narrativa e execução coordenada
1. Diagnóstico e mapeamento de riscos
Avaliação rápida, precisa e multidimensional dos riscos jurídicos, reputacionais, regulatórios e políticos.
2. Construção da tese-nuclear de defesa
Síntese jurídica e narrativa que orienta todas as comunicações e decisões — internas e externas.
3. Gestão institucional e relacionamento com autoridades
Interlocução estratégica com reguladores, órgãos de governo, associações setoriais, mercado e imprensa especializada.
4. Execução jurídica multivetorial
Atuação simultânea e coordenada em processos administrativos, judiciais, arbitrais e legislativos.
5. Governança e aconselhamento a administradores
Apoio na tomada de decisões críticas, com foco em reduzir exposição e consolidar práticas de compliance.
6. Monitoramento contínuo e ajustes de rota
A crise é dinâmica — nossa atuação também é.
1. Visão integrada entre jurídico, mercado e instituições
Não tratamos a crise como um problema isolado: analisamos seus impactos em mercado, regulação, política e reputação.
2. Forte experiência em processos regulatórios e de mercado
A banca atua amplamente em temas envolvendo CVM, autorregulação, fiscalizações e disputas que afetam o funcionamento do mercado — diferencial essencial em crises financeiras e societárias.
3. Inteligência institucional e estratégia legislativa
Capacidade de atuar tecnicamente em ambientes políticos e regulatórios, influenciando decisões que impactam setores inteiros.
4. Contencioso estratégico articulado com a narrativa institucional
Os movimentos judiciais são construídos para reforçar a tese principal, não para competir com ela.
5. Experiência profunda em disputas societárias e governança crítica
Negociações complexas entre stakeholders, fundos, investidores e administradores.
6. Envolvimento direto dos sócios e confidencialidade absoluta
Crises exigem senioridade — e o escritório entrega isso desde o primeiro dia.
7. Capacidade de coordenação em alto volume e múltiplas frentes simultâneas
Regulatório, judicial, legislativo e imprensa — sem perder coerência narrativa.
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